Cultura

Teatro Castro Mendes recebe a cantora Fafá de Belém no dia 25 de outubro

ATUALIZANDO:

Fafá de Belém e Leandro Karnal participam do Café Filosófico nesta quinta.

O Café Filosófico CPFL especial desta quinta-feira, 25 de outubro, às 19h, no Teatro Castro Mendes, será com a cantora Fafá de Belém, e não com a atriz e escritora Fernanda Torres, como inicialmente divulgado. A atriz cancelou a participação por motivos particulares. Fafá de Belém conversará com o historiador Leandro Karnal sobre “Fama, fé e fortuna: sagrado e profano no mundo do espetáculo”.

A distribuição de ingressos é gratuita a partir das 15h desta terça, 23, por meio do site www.ingressorapido.com.br (máximo de 2 ingressos por CPF). Os ingressos são limitados.

Quem não conseguir lugar na plateia, poderá acompanhar o debate do lado de fora do Teatro através da transmissão simultânea de um telão. Um festival de food truck será montado na praça para o público.


A atriz Fernanda Torres é a convidada do Café Filosófico CPFL especial, que será realizado no dia 25 de outubro, quinta, às 19h, no Teatro Castro Mendes. A artista aborda o tema “Fama, selfies, a glória e seu cortejo de horrores”, em um debate com a presença do curador do módulo “Afinal, isso é tudo? Fé, razão, fama e a busca da transcendência no mundo líquido”, Leandro Karnal. O evento tem o apoio da Secretaria de Cultura de Campinas.

A distribuição de ingressos é GRATUITA e acontece a partir das 15h do dia 23 de outubro, por meio do site Ingresso Rápido (máximo de 2 ingressos por CPF). Os ingressos são limitados.

“Para merecer o firmamento, na forma de estrela ou constelação, exigia-se de um grego a superação na batalha, na beleza ou na tragédia. A fama sempre esteve ligada a um feito ou fato extraordinário, a algo incomum, que nos aproximava de Deus. Na tecnocracia atual, baseada no consumo e na ciência portátil, basta se sentar diante de um computador, desfiar o bestialógico e contabilizar likes”, afirma a atriz.

Segundo ela, a fama é um antídoto para a mortalidade: é dada àqueles que se prestam a serem chulos e confessionais. “A palavra celebridade, que considero uma ofensa, nos nivela por nada. Na rotina do selfie, vira-se as costas para o Van Gogh do museu, para Chico Buarque do palco, para o pôr e o nascer do sol. Vivemos pelo reflexo, mirando a própria sombra no fundo da caverna”, diz.

Imagem: Divulgação

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