Sumaré

A origem do município de Sumaré liga-se à inauguração, em 27 de agosto de 1875, de uma estação da Companhia Paulista de Estradas de Ferro, no povoado de Rebouças. A primeira capela local foi erguida em 16 de dezembro de 1889. Tornou-se distrito de Campinas em 1909 e teve seu nome alterado para Sumaré em 30 de novembro de 1944.

Sumaré emancipou-se em 30 de dezembro de 1953, período em que muitas indústrias nacionais e estrangeiras se instalaram na cidade, provocando profundas mudanças socioeconômicas e atraindo muitos imigrantes, o que resultaria em acréscimo populacional significativo. Sumaré é o nome de uma orquídea, da qual se extrai uma excelente cola utilizada na fabricação de instrumentos de corda.

Gestão Cultural e Patrimônio

O órgão responsável pela gestão cultural em Sumaré é a Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer. O município conta com Conselho Municipal de Cultura, de caráter consultivo, normativo e fiscalizador, e com Fundo Municipal de Cultura.

Sumaré possui legislação de proteção ao patrimônio cultural e órgão com jurisdição sobre a proteção desses bens: o Conselho de Patrimônio Histórico, Artístico, Etnológico e Ambiental de Sumaré – CONDEPHAEA. No município existem quatro bens tombados pelo Conselho: o Conjunto Ferroviário, construído em 1918; a Igreja do Bom Jesus, de 1917; o Seminário de Nova Veneza, de meados do século XX; e a Subprefeitura de Rebouças, de 1913.

Fonte: www.portalculturarmc.agemcamp.sp.gov.br

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