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Itatiba
Por volta de 1805, migrantes procedentes de Atibaia e Jundiaí, atraídos pela fertilidade do solo, formaram o pequeno povoado que deu origem a Itatiba. A primeira capela em homenagem a Nossa Senhora do Belém foi construída em 1814, passando depois a se chamar Nossa Senhora do Belém de Jundiaí.
Em 9 de dezembro de 1830, graças à capela, criou-se a freguesia de Nossa Senhora de Belém do município de Jundiaí, que, com seu rápido desenvolvimento, foi elevada a vila em 20 de fevereiro de 1857, com o nome de Belém de Jundiaí. Somente em 16 de março de 1876, recebeu foros de cidade e, em 8 de maio de 1877, teve seu nome alterado para Itatiba, que, em tupi, significa ‘muita pedra’.
A cultura do café, primeira fonte de riqueza da cidade, ganhou maior relevância na segunda metade do século XIX, justificando a existência da Estrada de Ferro Carril Itatibense, pela qual era escoada a produção local. Após sucessivas crises, inclusive a de 1929, tal produção sofreu considerável queda e, a partir de então, Itatiba assumiu um perfil mais industrial. As primeiras grandes indústrias instaladas no município eram dos ramos têxtil, de fósforo e de calçados.
Gestão Cultural e Patrimônio
O órgão responsável pela gestão cultural no município é a Secretaria de Cultura, Esportes e Turismo. Itatiba conta com Conselho Municipal de Cultura, de caráter consultivo, e com Fundo Municipal de Cultura, administrado por um colegiado diretor, com a participação da sociedade civil.
Itatiba possui legislação de proteção ao patrimônio cultural e órgão com jurisdição sobre a proteção desses bens: o Conselho de Defesa do Patrimônio Ambiental, Histórico, Cultural e Turístico de Itatiba – CONDEFAHCTI. No município existem 98 bens tombados pelo Conselho, sendo que um deles também é tombado pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico – CONDEPHAAT: o Solar Alves Lanhoso, construído em 1859.
Fonte: www.portalculturarmc.agemcamp.sp.gov.br |