Indaiatuba

Segundo a tradição, a fundação do povoado que daria origem a Indaiatuba data do final do século XVIII e início do XIX. José da Costa teria encontrado, próximo à foz do Ribeirão Votura, uma velha imagem de Nossa Senhora da Candelária e erguido uma pequena capela, onde se reuniam moradores vizinhos para rezar.

O povoado que se desenvolveu ao redor da capela recebeu o nome de Nossa Senhora da Candelária de Indaiatuba. O nome Indaiatuba vem do tupi-guarani ini’yá, que significa ‘fruto de fios’ (indaiá, vários tipos de palmeiras do gênero da Attalea), e tyba, pronunciado também tuba, que indica ‘abundância de’. Indaiatuba seria então o lugar onde existem muitas palmeiras do tipo indaiá.

Com o crescimento do povoado foi criada, em 9 de dezembro de 1830, em terras do município de Itu, a freguesia denominada Indaiatuba, que se desenvolveu lentamente, passando à condição de vila apenas em 24 de março de 1859.

Gestão Cultural e Patrimônio

O órgão responsável pela gestão cultural em Indaiatuba é a Secretaria Municipal de Cultura. O município possui legislação de proteção ao patrimônio cultural e órgão com jurisdição sobre a proteção desses bens: a Fundação Pró-Memória.

Indaiatuba possui 17 bens tombados pela Fundação, entre os quais destacam-se alguns ligados às origens do município, como o casarão Pau Preto, construído provavelmente entre 1810 e 1820, a Igreja Matriz Nossa Senhora da Candelária, que marca o local onde se iniciou a cidade, e a antiga sede da Fazenda Engenho d’ Água, de meados do século XVIII.

Fonte: www.portalculturarmc.agemcamp.sp.gov.br

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